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quarta-feira, 3 de março de 2010

Lindas mandalas com apresentação musical

acesse:
http://www.light-weaver.com/slide2/a.html

1a. da lista é o meu mantra preferido.. Gayatri 

Este é o mais venerado mantra no Hinduismo. Consiste no prefixo :

oṃ bhūr bhuvaḥ svaḥ ॐभूर्भुवस्वः


OM BHUR BHUVA SWAHATAT
SAVITUR VARENYAM
BHARGO DEVASYA DHEEMAHI
DHIYO YO NAH PRACHOOAYAT

Significa: “O Divina mãe! Ilumine nossos corações e todo nosso ser interno. O Gloriosa Luz que ilumina os três mundos, eu oro a vós para iluminar meu intelecto e dissipar minha ignorância, como a esplêndida luz do sol dissipa toda a escuridão. Eu oro a vós para fazer meu intelecto sereno, brilhante e iluminado”.

ou podemos dizer também que:

"O Mãe Divina! Tu que subsistes nos três mundos: Bhur (a Terra, o mundo físico); Bhuvah (o espaço, o mundo astral) e Swaha (o céu, o mundo causal); que estas presente nos três Kaalas (períodos de tempo: passado, presente e futuro) e nos três Gunas (atributos da matéria: Sahwa, o equilíbrio, Rajas, a atividade e Tamas, a inércia). Eu oro a Ti para que ilumines o nosso intelecto e disperses nossa ignorância, assim como a esplendorosa luz do sol dispersa toda a escuridão. Oro a Ti para que tomes nosso intelecto sereno e iluminado”.

a 5a da lista é outro mantra muito bonito.. ong namo, guru dev namo
É o Adi Mantra que antecede a prática de Kundalini Yoga, um ajuste para o Eu Superior.

significa:
Ong é "Infinita energia criativa na manifestação e atividade". ( "Om" ou Aum é Deus absoluto e não manifesto),
Namo é "humildade reverente saudação" o que implica,
Guru é  "professor ou de sabedoria",
Dev  é "divino ou de Deus" e reafirma Namo humildade e reverência. Em tudo o que significa, "Apelo a Sabedoria Divina".

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

NÃO AO MEDO, SIM AO AMOR, por Rudolf Steiner

“Nego-me a mim Submeter ao medo que me tira a alegria de minha liberdade, Que não me deixa arriscar nada, que me torna mesquinho e pequeno, que me amarra, Que não me deixa ser franco e direto, que me persegue, que Negativamente ocupa minha imaginação, Que sempre pinta visões sombrias.

No entanto não quero levantar barricadas por medo do medo. Eu quero viver, e não quero encerrar-me. Não quero ser amigável por ter medo de ser sincero. Quero pisar firme porque estou seguro e não para encobrir meu medo.
E quando me calo, quero fazê-lo por amor e não por temer as conseqüências de minhas palavras.

Não quero acreditar em algo só pelo medo de não acreditar. Não quero filosofar por medo que algo Atingir POSSA-me de perto.
Não quero dobrar-me só porque tenho medo de não ser amável. Não quero impor algo aos outros pelo medo de que algo impor POSSAM a mim, por medo de errar, não quero Tornar-me inativo. Não quero fugir de volta para o velho inaceitável, o, por medo de não me sentir seguro de novo. Não quero fazer-me de importante porque tenho medo de que senão poderia ser ignorado.
Por amor e Convicção, quero fazer o que faço e deixar de fazer o que deixo de fazer.
Do medo quero arrancar o Domínio e dá-lo ao amor. E quero crer que não existe reino em mim. "

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

A Voz do Silêncio

....Procura os caminhos, mas sê puro de coração antes que comeces a tua jornada. Antes que dês o primeiro passo, aprende a separar o real do falso, o transitório do eterno. Aprende sobretudo a separar a ciência da cabeça da sabedoria da Alma, os “olhos” do “coração”.
As sementes da sabedoria não podem germinar e crescer no espaço sem ar. Para viver e comer experiência, o espírito precisa espaço e profundidade e pontos que o guiem para a Alma de Diamante.
Não procures esses pontos no reino de Maya; mas ergue-te acima das ilusões, busca o eterno e imutável, desconfiando das falsas sugestões de fantasia. Porque a mente é como um espelho; cobre-se de pó ao mesmo tempo que reflete. Precisa que as brisas leves da sabedoria de Alma limpem o pó das nossas ilusões. Procura fundir a tua mente e a tua Alma! ....

Fonte: trecho de A Voz do Silêncio, 2o. fragmento, OS DOIS CAMINHOS, de Helena Petrovna Blavatsky

(Traduzido por Fernando Pessoa)

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Ho’oponopono

Quando sofremos com algum problema, seja ele um problema de relacionamento com outra pessoa, problema de saúde, ou quando a auto-estima está em baixa, quando nada parece dar certo, ou não ter solução em vista, o que continuamos fazendo? Continuamos buscando soluções e respostas através da atividade da mente, da análise de experiências passadas, do conhecimento adquirido ou consultado, tudo isso é o intelecto querendo resolver os problemas. Mas pelo Ho’oponopono compreendemos que o intelecto não dispõe dos recursos para resolver problemas, ele só pode manejá-los. E manejar não resolve problemas.
Ao fazer o Ho’oponopono você pede a Deus, a Divindade, para limpar, purificar a origem destes problemas, que são as recordações, as memórias se repetindo em sua Mente Subconsciente. Você assim neutraliza a energia que você associa à determinada pessoa, lugar ou coisa. No processo esta energia é libertada e transmutada em pura luz pela Divindade. E dentro de você o espaço liberado é preenchido pela luz da Divindade. Então, no Ho’oponopono não há culpa, não é necessário reviver sofrimento, não importa saber o porquê do problema, de quem é a culpa, ou sua origem. A sua responsabilidade está em não permitir que o padrão se repita, gerando mais problemas, perpetuando a condição de sofrimento. Isso porque o ser humano só pode viver de duas maneiras: uma, pela programação adquirida, memórias se repetindo, a outra pelas inspirações, que são divinas.
No momento que você nota dentro de si algum incômodo em relação a uma pessoa, ou lugar, acontecimento ou coisa, inicie o processo de limpeza, peça a Deus:
“Divindade, limpe em mim as memórias que estão causando este problema. Transmute-as em pura luz”
Então use as frases desta seqüência: “Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grato.” várias vezes, você pode destacar uma que lhe toca mais naquele momento e repeti-la. Deixe sua intuição lhe guiar.
Quando você diz “Sinto muito” você reconhece que algo (não importa se saber o que) penetrou no seu sistema corpo/mente. Você quer o perdão interior pelo o que lhe trouxe aquilo.
Ao dizer “Me perdoe” você não está pedindo a Deus para te perdoar, você está pedindo a Deus para te ajudar se perdoar.
“Te amo” transmuta a energia bloqueada (que é o problema) em energia fluindo, religa você ao Divino.
“Sou grato” é a sua expressão de gratidão, sua fé que tudo será resolvido para o bem maior de todos envolvidos.
A partir deste momento o que acontece a seguir é determinado pela Divindade, você pode ser inspirado a tomar alguma ação, qualquer que seja, ou não. Se continuar uma dúvida, continue o processo de limpeza e logo terás a resposta quando completamente limpo.
Lembre-se sempre que o que você vê de errado no próximo também existe em você, somos todos Um, portanto toda cura é auto cura. Na medida em que você melhora o mundo também melhora. Assuma esta responsabilidade. Ninguém mais precisa fazer este processo, só você.
Aqui está a oração original da Kahuna Morrnah Simeona, criadora do Processo Ho’oponopono da Identidade Própria, oração simples e poderosa:

“Divino Criador, pai, mãe, filho em Um...
Se eu, minha família, meus parentes e ancestrais lhe ofendemos, à sua família, parentes e ancestrais em pensamentos, palavras, atos e ações do início da nossa criação até o presente,
nós pedimos seu perdão...
Deixe isto limpar, purificar, libertar, cortar todas as recordações, bloqueios, energias e vibrações negativas
e transmute estas energias indesejáveis em pura luz...
Assim está feito.”

Faça esta oração em relação a qualquer problema com qualquer pessoa; ao se fazer o apelo ao Divino Criador estamos nos dirigindo à divindade que existe dentro de todas as pessoas, que é a extensão do Divino Criador. Só é necessário isso.
Participe da Sessão Virtual Ho’oponopono todos os domingos às 20:00 horas. Peça o Manual da Sessão pelo atendimento@hooponopono.com.br ou visite o fórum www.hooponopono.forumativo.com/portal.htm para mais informações.

sábado, 30 de janeiro de 2010

EU SEI MAS NÃO DEVIA, por Clarice Lispector

Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.
A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos
e a não ter outra vista que não as janelas ao redor.
E porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora.
E porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas.
E porque não abre as cortinas logo se acostuma a acender cedo a luz.
E a medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.
A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora.
A tomar o café correndo porque está atrasado.
A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem.
A comer sanduiche porque não dá para almoçar.
A sair do trabalho porque já é noite.
A cochilar no ônibus porque está cansado.
A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.
A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir.
A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta.
A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.
A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita.
E a lutar para ganhar o dinheiro com que pagar.
E a pagar mais do que as coisas valem.
E a saber que cada vez pagará mais.
E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro,
para ter com que pagar nas filas em que se cobra.
A gente se acostuma à poluição.
Às salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro.
À luz artificial de ligeiro tremor.
Ao choque que os olhos levam na luz natural.
Às bactérias de água potável.
A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer.
Em doses pequenas, tentando não perceber,
vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá.
Se a praia está contaminada a gente molha só os pés e sua no resto do corpo.
Se o cinema está cheio, a gente senta na
primeira fila e torce um pouco o pescoço.
Se o trabalho está duro a gente se consola pensando no fim de semana.
E se com a pessoa que a gente ama, a noite ou no fim de semana , não há
muito o que fazer a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque
tem sempre sono atrasado.
A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele.
Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para poupar o peito.
A gente se acostuma para poupar a vida.
Que aos poucos se gasta, e que gasta de tanto se acostumar, e se perde de si mesma.

domingo, 24 de janeiro de 2010